A FEMINILIDADE DOCENTE
bastidores (in)visibilizados
Palavras-chave:
Sobre carga de trabalho, Interseccionalidade, Gênero, Educação, Invisibilidade EstruturalResumo
O artigo discute a feminilidade no magistério como uma construção social marcada por estereótipos de gênero, raça e classe, que impõem às professoras exigências afetivas e simbólicas naturalizadas. A partir de revisão bibliográfica, evidencia-se que atitudes como paciência e empatia são exigidas sem o devido reconhecimento institucional. Mulheres negras, em especial, enfrentam dupla opressão: o racismo estrutural e a normatização da feminilidade. A performance docente é usada como ferramenta de controle, invisibilizando o sofrimento e reforçando desigualdades. O estudo propõe romper com essas imposições e valorizar a complexidade do trabalho feminino na educação, em busca de uma escola mais equitativa.
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Publicado
04-12-2025
Edição
Seção
Educação: Ética, Direitos humanos / Educação especial e Inclusão JORNADA