A FEMINILIDADE DOCENTE

bastidores (in)visibilizados

Autores

  • Ana Clara De Morais Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas
  • Taynara De Souza Albano Moreira
  • Thauany Domingues Caixeta
  • Stefany Da Silva do Prado
  • Maria Clara Luz Ferreira
  • Reginaldo Aparecido Silva
  • Luiz Felype Custódio Bernardes

Palavras-chave:

Sobre carga de trabalho, Interseccionalidade, Gênero, Educação, Invisibilidade Estrutural

Resumo

O artigo discute a feminilidade no magistério como uma construção social marcada por estereótipos de gênero, raça e classe, que impõem às professoras exigências afetivas e simbólicas naturalizadas. A partir de revisão bibliográfica, evidencia-se que atitudes como paciência e empatia são exigidas sem o devido reconhecimento institucional. Mulheres negras, em especial, enfrentam dupla opressão: o racismo estrutural e a normatização da feminilidade. A performance docente é usada como ferramenta de controle, invisibilizando o sofrimento e reforçando desigualdades. O estudo propõe romper com essas imposições e valorizar a complexidade do trabalho feminino na educação, em busca de uma escola mais equitativa.

Biografia do Autor

Ana Clara De Morais Silva, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas

Graduanda em Pedagogia pelo Centro Superior de Ensino e Pesquisa (CESEP) e em Ciências Biológicas pelo Instituto Federal do Sul de Minas Gerais Campus Machado. Participa de projeto de pesquisa intitulado "Determinação da riqueza de abelhas polinizadoras no Instituto Federal do Sul de Minas Gerais Campus Machado". Tem experiência como bolsista do Programa de Bolsas de Incentivo à Extensão e Iniciação Científica (PBIEI) e atuou por dois meses no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). Possui interesse nas áreas da educação, com ênfase em práticas pedagógicas e alfabetização científica, além de demonstrar forte afinidade com pesquisa científica no campo da Biologia. Participa ativamente de cursos e atividades complementares que fortalecem sua formação acadêmica.

Reginaldo Aparecido Silva

Reginaldo Silva é atuante na Comunidade Surda desde 2002. É professor e Tradutor e Intérprete de Língua brasileira de sinais - Libras. Mestre em Educação (UNIFAL), Licenciado em Pedagogia (UFOP) e em Letras-Libras (Uniasselvi). Pós-graduado em: Educação Digital (SENAI/SC); Docência em Educação Profissional e Tecnológica (IFSULDEMINAS); Educação a Distância: Gestão e Tutoria (Uniasselvi); e em Libras (FAEL S/A). É certificado pelo Prolibras em Tradução/Interpretação e em Docência: Uso e Ensino da Libras. Aprovado como Intérprete Educacional (CAS/BH 2008). Tradutor e Intérprete do Par Linguístico Libras/Português em: Palestras, eventos com ênfase Educacional e Teocrática. Atuou na formação de professores e Intérpretes Educacionais no CAS/Varginha-MG (2008-2016). Idealizador dos projetos: SERLibras - Seminário Regional de Libras" (2016), "Dialogando com a Biblioteca!" (2021). Atualmente é Tradutor e Intérprete de Libras (Campus Inconfidentes) e Professor de Libras (Campus Machado), Secretário do Núcleo de Atendimento de Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE) do IFSULDEMINAS - Campus Inconfidentes/MG. Está coordenador adjunto da Rede Nacional de Formação Continuada de Professores (Renafor) no IFSULDEMINAS e Ex-Membro da Comissão Pedagógica da Federação Brasileira das Associações dos Profissionais Tradutores e Intérpretes e Guia-intérpretes de Língua de Sinais (Febrapils).

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Publicado

04-12-2025

Edição

Seção

Educação: Ética, Direitos humanos / Educação especial e Inclusão JORNADA