AVALIAÇÃO DE ESCALDADURA A PARTIR DO USO DE DIFERENTES PROTETORES SOLARES NO CAFÉ

Autores

  • Maria Eduarda Mattiello IFSULMINAS - Campus Inconfidentes
  • Thalita Vitória Pereira CECTA - Escola Técnica Estadual Dr. Carolino da Motta e Silva
  • Beatriz Alves Moreira UNIFAJ - Campus Jaguariúna
  • Beatriz Costa e Silva de Oliveira CECTA - Escola Técnica Estadual Dr. Carolino da Motta e Silva
  • João Pedro Gonçalves IFSULDEMINAS - Campus Inconfidentes
  • Vantuir de Albuquerque Silva CECTA - Escola Técnica Estadual Dr. Carolino da Motta e Silva

Palavras-chave:

Coffea arabica, Escaldadura, Radiação solar

Resumo

A produção de café arábica brasileira enfrenta desafios como a escaldadura foliar causada pelo calor excessivo. O
experimento foi conduzido em Espírito Santo do Pinhal/SP, no CECTA, em delineamento inteiramente casualizado
(DIC), com esquema fatorial 5×6, com cinco tratamentos: Testemunha; Mullach; 7 Rocks; Açúcar Convencional;
Surround WP e seis variedades: Asa Branca, Aranãs, Catiguá 2, Catucaí Amarelo 2SLSF, Graúna e Oeiras, avaliando-se
a escaldadura após a primeira e a última aplicação. Os resultados mostraram variações significativas na incidência de
escaldadura entre cultivares e tratamentos, com destaque negativo para o Mullach e positivo para o Surround.
Conclui-se que a eficácia dos protetores solares depende do cultivar e do produto aplicado, sendo o Surround mais
eficiente para a cultivar Catucaí Amarelo.

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Publicado

04-12-2025

Edição

Seção

Agronomia: Fisiologia Vegetal JORNADA