DOSES DO EXTRATO DE PRÓPOLIS NO DESENVOLVIMENTO DE Colletotrichum musae AGENTE CAUSAL DA ANTRACNOSE EM BANANA
Palavras-chave:
Manejo, Sustentabilidade, FitopatologiaResumo
Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a influência do extrato aquoso de própolis no crescimento micelial in vitro do C. musae causador da antracnose na banana. Para obtenção do extrato aquoso de própolis, 180 g de própolis foram macerados e misturados a 720 mL de água destilada autoclavada. A solução foi agitada por 24 horas, centrifugada a 4000 RPM por 10 minutos para separação da cera, e o extrato líquido foi filtrado. Foi empregado delineamento experimental em blocos casualizados (DBC), contendo uma placa por parcela e seis tratamentos sendo eles: T1: Testemunha (apenas BDA), T2 T3, T4 e T5: Extrato nas dosagens de 60; 90; 120 e 150 ml.L-1 , respectivamente e T6: Fungicida à base de azoxistrobina e fludioxonil (2,5 ml.L-1), com dez repetições cada. Foi observado maior inibição do crescimento micelial do patógeno no T6, 55%, seguido do T2, 43%. Conclui-se que o extrato aquoso de própolis inibe o desenvolvimento in vitro do patógeno podendo ser usado no manejo integrado da antracnose em bananas pós-colheita.