CRESCIMENTO, CLOROFILA E NFOLIAR DE MILHO FORRAGEIRO EM SUCESSÃO DE DIFERENTES PLANTAS DE COBERTURA E O MIX DESTAS

Autores

  • Sâmela Furtado Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia-Câmpus Muzambinho
  • Emily Xavier de Oliveira IFSULDEMINAS - Campus Muzambinho
  • Cynthia Junqueira Almeida
  • Camila de Fátima Figueiredo IFSULDEMINAS - Campus Muzambinho
  • Poliana Coste e Colpa
  • Ariana Vieira Silva IFSULDEMINAS - Campus Muzambinho

Palavras-chave:

Altura de planta, Altura de inserção da espiga superior, Diâmetro de colmo, Zea mays L.

Resumo

Os fatores climáticos conseguem ser adversos e podem prejudicar o cultivo do milho, uma forma de amenizar é a utilização de plantas de cobertura no inverno, em especial em lavouras de monocultura ou pousio de inverno. Porém, o uso de mix de plantas de cobertura, principalmente a combinação de gramíneas e leguminosas, pode apresentar vantagens adicionais em relação ao cultivo solteiro. Assim, o presente estudo teve como objetivo avaliar o crescimento, clorofila e N foliar do milho forrageiro em sucessão de diferentes plantas de cobertura e o mix destas. O delineamento experimental foi em faixa, com seis tratamentos e seis repetições, totalizando 36 parcelas experimentais. Os tratamentos foram compostos pelas seguintes espécies de plantas utilizadas para cobertura: aveia preta; centeio; ervilhaca; nabo forrageiro; mix (aveia preta + centeio + ervilhaca + nabo forrageiro) e a testemunha em pousio. Foram avaliados no milho em sucessão às plantas de cobertura: altura, altura de inserção da espiga superior, diâmetro do colmo, clorofila, teor de nitrogênio foliar. Conclui-se que, para altura de planta e altura de inserção da espiga superior, o nabo forrageiro deve anteceder o milho, para o índice de clorofila recomenda-se o pousio.Altur

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Publicado

04-12-2025

Edição

Seção

Agronomia: Fitotecnia – Culturas Anuais JORNADA