EFEITO DA UTILIZAÇÃO DE DIFERENTES ALIMENTOS PROTEICOS NO TAMPONAMENTO DURANTE A ENSILAGEM DE DIETA TOTAL

Autores

  • Valter Bonamichi Junior IFSULDEMINAS - Campus Machado
  • Júlio César Ananias Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - Campus Machado
  • Victória de Oliveira Belo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - Campus Machado
  • Ana Augusta Cardoso Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - Campus Machado
  • Fernanda Ferreira de Melo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - Campus Machado
  • Alana Paulino de Carvalho Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - Campus Machado
  • Renata Maculan Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - Campus Machado
  • Diego Zanetti Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - Campus Machado

Palavras-chave:

BRS Capiaçu, Farelo de amendoim, Farelo de soja, pH, Resíduo seco de destilaria de milho

Resumo

Objetivou-se avaliar o efeito da utilização do resíduo seco de destilaria de milho (DDG), farelo de amendoim (FA) e farelo de soja (FS) sobre o pH e perdas por volatilização nos dias 0, 3, 6, 9, 12, 15, 20, 25, 30, 40, 50 e 70 após ensilagem. As dietas totais foram isoprotéicas, balanceadas com relação concentrado:volumoso de 50:50 e 14% de proteína bruta, mudando apenas o alimento proteico utilizado entre elas (DDG, FA ou FS). Foram determinados o pH de todas as amostras e mensurado as perdas por volatilização por diferenciação de peso na ensilagem e abertura das amostras. No momento de ensilagem o DDG apresentou menor (P<0,001) valor de pH em relação ao FA e FS. Após o dia 20, o DDG apresentou menor queda de pH (P<0,05) em relação aos demais, se mantendo maior (P<0,05) em todo o período. Não houve diferenças significativas (P<0,05) entre os tratamentos em relação a perdas por volatilização. O DDG apresentou menor capacidade tampão, destacando-se como alimento proteico mais recomendável na utilização de SDT. Não havendo influência do alimento proteico utilizado em relação a perdas por volatilização.

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Publicado

04-12-2025